Transformação digital nos escritórios pós pandemia

Transformação digital nos escritórios pós pandemia

Transformação digital nos escritórios pós pandemia

A pandemia mostrou para as empresas que o home office funciona e que a transformação digital é necessária. A tendência do mercado é que isso não seja passageiro, mas algo permanente daqui para frente. Algumas imobiliárias já estão com demandas de pesquisar lugares menores para algumas empresas, afinal, se o home office será adotado, não faz mais tanto sentido ter grandes estruturas. Se o Pedro vai para o escritório de segunda e quarta-feita e a Flávia vai de terça e quinta-feira, ambos tem notebook e todos os documentos estão na nuvem…  Por que Pedro e Flávia não podem ter a mesma mesa?

 

Muitos questionamentos passam pela cabeça dos gestores, pois se uma empresa paga 100 mil reais por mês de aluguel em um espaço de 500 metros quadrados (valores fictícios para você entender o raciocínio), porque não pagar 50 mil, por 250 metros, com a mesma produtividade? Uma pesquisa da Betania Tanure Associados, para a Revista Exame , diz que 51% dos entrevistados vão reduzir a área da empresa, enquanto apenas 3% pretendem aumentar.

 

No fim do ano são quase 600 mil reais economizados, que podem ser destinados a novas tecnologias, marketing, novas contratações e outros investimentos da empresa. Em época de recuperação, que o Brasil vai entrar assim que a pandemia for controlada, ter uma economia com aluguel de espaço físico começa a ser um ponto muito bem avaliado pelo gestores, principalmente no departamento financeiro.

 

Sociedade aderindo à tecnologia

A Transformação Digital é uma realidade cada vez mais presente no mundo dos negócios. Aqui na Officer estamos atentos a ela e já nos preparando. Esse já era um movimento natural de uma empresa que atua com tecnologia e, para nós, se torna ainda mais fundamental quando entendemos que a Transformação Digital melhora o nosso maior patrimônio: relacionamento. Por esse motivo, está em nosso radar esse conceito já há algum tempo.

 

Sabemos que existem as empresas que vão entrar primeiro na transformação digital, as que vão esperar e as que vão entrar de forma tardia quando todo o mercado já estiver dominado – e essa vai brigar por pequenas participações! Se adaptar ao home office, por exemplo, é algo que muitas empresas demoraram e, quando veio a pandemia que obrigou, algumas se adaptaram rapidamente. Porém, aquelas que já tinham entrado nessa onda de home office estão se saindo melhor. Depois de mais de 100 dias de pandemia, a esmagadora maioria das empresas se adaptou. Precisou ser assim, entretanto, a perda de produtividade na curva de aprendizado custou uma parte do faturamento, algo que as
adaptadas não tiveram.

Existe uma “Curva da Difusão da Inovação”, criada pelo sociólogo americano Everett M. Rogers. Essa curva é um gráfico que explica como funciona a aderência de uma nova tecnologia pela sociedade. Segundo a curva, apenas 16% adotam as novas tecnologias de uma forma mais rápida, sendo os inovadores (2,5%) e os Adeptos Iniciais (13,5%). A grande maioria, os chamados Maioria Inicial e Maioria Tardia, representam 68% das pessoas, sendo 34% para cada um, enquanto 16% são os retardatários. Ou seja, 84% das pessoas tendem a demorar mais para se adaptar às novas tecnologias.

 

Por mais que o home office não seja uma nova tecnologia, este é um novo momento e há a tendência de empresas se adaptaram mais rápido que outras à este modelo.  Aqui na Officer, nos adaptamos muito rápido a esse movimento. Estamos diante de um novo cenário e não vamos deixar nossos clientes na mão. Como todas as empresas, estamos também em processo de renovação de muitas formas de pensar e agir, sempre focando na melhoria e no crescimento.

 

Home office pode ser o primeiro passo para a Transformação Digital

A curva de Rogers pode ser um aviso para a sua empresa. O home office não tem nada de novo, nada de inovador, mas é algo que o mercado pouco usava, agora, foi forçado a usar. O uso de nuvem para armazenar documentos e acessar de qualquer lugar do mundo, também não é nada novo: O nosso e-mail do Hotmail de 1999 já tinha essa tecnologia, entretanto, também era pouco usada. Isso mostra que não basta a tecnologia estar presente, é preciso usar!

Não é de hoje que as grandes cidades vivem o caos no trânsito! Transporte público cada dia mais lotado, ruas e avenidas abarrotadas de carros. Também não é nada recente entender que uma pessoa que demora 3h no trânsito, para fazer o trajeto de casa à empresa, resultará em uma pessoa cansada e estressada, e com isso produzindo bem menos.

 

Uma pessoa que acorda as 7h, para estar na empresa as 9h, poderá acordar as 8h30 e sentar na sua mesa as 9h. Poderá dormir mais, ou acordar às 7h e fazer uma caminhada, tomar um café da manhã mais tranquilo com a família e levar os filhos na escola, por exemplo. E às 18h, desliga o computador e tem mais tempo para a família, fazer um curso de inglês, uma natação ou ler um livro. Mais relaxados, menos
estressados, a produtividade tende a aumentar.

Uma pesquisa da Athié Wohnrath Arquitetos para a Revista Exame,  mostra que 78% das empresas acreditam que a aceleração das ferramentas digitais foi o aspecto mais positivo do home office. A produtividade das empresas cresceu, de forma geral. Aqui na Officer Distribuidora, não foi diferente, nós adotamos o home office primeiro que muitas empresas, quase um mês antes da determinação dos governantes, pensando
sempre na saúde da nossa equipe.

 

Endereço de trabalho: o novo hub de conexão de pessoas

Alguns estudos apontam para isso: Trabalhar de casa é bom, mas as amizades construídas no ambiente de trabalho fazem falta. Por isso, não espera-se que o home office seja adotado do dia para a noite, e de uma forma mais bruta. Na Officer, por exemplo, deixamos os colaboradores livres para vir quando quiserem, e eles vêm até para rever os amigos, isso faz parte do nosso DNA e não vamos deixar de lado.

Uma pesquisa da Betania Tanure Associados para a Revista Exame, mostrou que 85% das empresas entrevistadas devem manter o home office depois da quarentena. Cerca de 36% avaliam que é mais produtivo trabalhar de forma remota e para 50% independe do lugar, ou seja, quase 86% das empresas entrevistadas, avaliam como benéfico o home office.

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